No cinema, até quem discorda da gente pode acabar na mesma fileira, rindo da mesma cena e aplaudindo a mesma história. Afinal, democracia é isso: cada um escolhe seu candidato, mas, quando as luzes se apagam, todo mundo ganha o direito de sonhar junto!
Henrique Vieira Filho
Neste artigo para o Jornal O Serrano, Henrique Vieira Filho conta sobre o Dia Internacional do Bicho-Preguiça (ameaçado de extinção) e as controvertidas campanhas publicitárias que utilizaram este simpático animal como símbolo, Publicado originalmente na edição impressa do Jornal O SERRANO, Nº 6377, de 20/10//2023
Essa é a primeira edição do evento após a conquista da Indicação Geográfica aos cafés regionais
Ibraim Gustavo
Bibliotecas não são depósitos. Na Ciência da Informação, não basta empilhar o livro num canto e dizer 'seja o que Deus quiser'. [...] Como já profetizava Jorge Luis Borges: 'Sempre imaginei que o Paraíso fosse uma espécie de biblioteca'. Pois bem: no ReArte, o Paraíso acaba de chegar em caixas do correio e tem cheirinho de papel novo
Uma fotografia registra. A arte pergunta. E, entre uma coisa e outra, aparece aquilo que talvez seja a parte mais interessante: a possibilidade de cada pessoa enxergar algo que não estava necessariamente na imagem original. A Arte não exige perfeição. Mas, por favor... tire o dedão da frente da lente!
Com apenas quatro anos de existência, fábrica de chocolate de Amparo é medalha de bronze na principal competição nacional do setor
A crônica explora com humor a sátira política na ficção brasileira — relembrando tipos inesquecíveis como Odorico Paraguaçu, Valfrido Canavieira e João Plenário — como um antídoto leve para a tensão do período eleitoral. Em tom descontraído, o autor faz a transição da "politagem fictícia" para uma eleição 100% poética: a votação popula...
Livro não é objeto sagrado intocável; é provocador de conversas. Livro gosta de barulho, de andar de ônibus e de virar debate na calçada. A Biblioteconomia Social prova que a biblioteca viva não é o lugar onde o tempo parou, mas onde a comunidade se encontra para inventar o amanhã.
Para nós, um museu não é um cemitério de objetos com cheiro de naftalina e cordões de veludo; é um espelho. Guardar uma obra ou relíquia não serve para ostentar raridades, mas para que você reconheça ali um pedaço da sua própria história.
Evento também contempla leilão dos cafés especiais finalistas
Papel timbrado na parede só serve para criar teia de aranha se não mudar nada na vida de ninguém. Cada título é como um crachá: o importante não é o crachá em si, mas qual porta ele consegue abrir. Henrique Vieira Filho traduz a "sopa de letrinhas" dos títulos culturais do Ecossistema ReArte para uma linguagem humana e acessível. Resp...
Carl Jung chamou de arquétipos, Hollywood chamou de blockbuster, e os nossos encantados chamam de endereço fixo. Da roça espacial de Star Wars à profundidade das nossas matas, a verdade é uma só: continuamos todos buscando um bom roteiro para entender a aventura de estar vivo. A crônica explora a estrutura do roteiro como bússola narr...
Profissionais do setor e coffee lovers se reúnem no último fim de semana no Balneário Municipal
Quem trabalha com cultura sabe: ganhar um edital é motivo de festa; ganhar dois é pedir para ter uma crise existencial burocrática! Na crônica desta semana, Henrique Vieira Filho conta a saga do ReArte nos editais da Lei Aldir Blanc, o dilema de ter que escolher entre dois projetos aprovados e a rotina de quem traduz a paixão pela arte...
Imaginem a cena: centenas de vampiros trajados a caráter, em plena Avenida Paulista, marchando sob a luz do sol rumo ao hemocentro. Eu devia ser a única pessoa fantasiada de 'normal' naquele cortejo... Aprendi a diferença entre o historiador, preso à verdade dos fatos, e o contador de histórias. Cá entre nós: prefiro mil vezes contar c...